APOMETRIA DO AMOR
O que é Apometria? • Uma história em 4 capítulos

Do grupo ao consultório

Capítulo 03

Durante muito tempo, falar em Apometria significava falar principalmente de trabalho em grupo.

Foi nesse ambiente que ela nasceu e se desenvolveu.

Algumas décadas depois, em Lages, Santa Catarina, encontramos um personagem importante nessa história: J. S. Godinho.

Godinho trabalhava com Apometria em grupo, estudava aqueles conhecimentos e passou também a organizá-los em cursos, apostilas e livros.

Entre as pessoas que buscavam esses conhecimentos havia também terapeutas.

E pouco a pouco começou a acontecer uma mudança importante.

Técnicas que haviam sido desenvolvidas dentro de uma estrutura coletiva começaram a ser levadas para o consultório.

Era uma mudança muito maior do que simplesmente trocar o lugar do atendimento.

No grupo, havia diferentes pessoas exercendo diferentes funções.

No consultório, muitas dessas funções precisavam ser conduzidas por uma única pessoa: o terapeuta.

Assim, passaram a coexistir duas formas bastante diferentes de trabalhar:

A APOMETRIA DE GRUPO, realizada coletivamente, com diferentes participantes exercendo diferentes funções.

E a APOMETRIA DE CONSULTÓRIO, realizada individualmente e adaptada à relação entre terapeuta e atendido.

Essa passagem não aconteceu sem resistência.

Na época, discutia-se se técnicas desenvolvidas para o trabalho coletivo deveriam ou não ser utilizadas dessa nova maneira.

Mas elas chegaram aos consultórios.

E, a partir daí, a palavra Apometria começou a abrigar práticas cada vez mais diferentes entre si.

Surgiram adaptações. Novas interpretações. Novas denominações.

E isso nos leva diretamente à última parte desta história.